domingo, 24 de setembro de 2017

Chicago - Make Me Smile

As 15 melhores canções de 1970 segundo o programa de rádio "Em Órbita"

Na mesma linha dos Blood, Sweat and Tears, os Chicago, oriundos da cidade com o mesmo nome, praticavam uma música fusionista onde o som Rock servia de base para múltiplas influências.

Em 1970 os Chicago são definitivamente consagrados ao assinarem o seu melhor trabalho, o 2º duplo LP que já tivemos oportunidade de elogiar. Dele saiu a canção mais conhecida "25 or 6 to 4" uma peça dura de fusão Jazz e Rock. De um disco cheio de surpresas e subtilezas a canção escolhida pelo programa "Em Órbita" foi "Make Me Smile", a canção início da suite "Ballet for a Girl in Buchannon" que se encontra entre o melhor que os Chicago nos deixaram.



Com a leitura do seguinte texto "Em Órbita" colocava "Make Me Smile" no 10º lugar das melhores canções do ano:
"Sem enfermar do senão apontado aos Blood, Sweat and Tears, o Chicago aparece-nos como um grupo versátil, na plena posse de um género que lhe pertence. 
“Make Me Smile” é um dos quantos exemplos que poderiam figurar nesta lista. 
Mostruário das suas potencialidades, é ainda o revelar de uma fé sem limites na música que praticam."

Infelizmente a ideia do "Em Órbita" não se concretizou e a meio da década de 70 os Chicago eram já, tal como os Blood Sweat and Tears, uma sombra dos seus primeiros anos.



Chicago - Make Me Smile

sábado, 23 de setembro de 2017

Simon and Garfunkel - The Only Living Boy In New Work

As 15 melhores canções de 1970 segundo o programa de rádio "Em Órbita"

Os inevitáveis Simon and Garfunkel entre o melhor de 1970. Estavam próximo do fim, mas antes deixavam-nos uma obra maior a perdurar no tempo. Do álbum "Bridge Over Troubled Water" saíram um conjunto de canções verdadeiramente representativas da melhor música popular que então se vinha fazendo.
Entre as preferências do "Em Órbita" constava claramente o duo Simon and Garfunkel, presença constante em todos os anos nas listagens do programa, em 1970 começavam com "The Only Living Boy In New Work" que ocupava o 11º lugar entre as melhores canções do ano.




"Simon & Garfunkel, têm dado às histórias de “Em Órbita” muitos dos seus mais significativos momentos. “The Only Living Boy In New York” renova em cada uma das suas imagens o universo singular e actuante de Paul Simon, um criador de excepção. 
Estamos em presença de duas figuras que constituem, de facto, o mais definitivo argumento de qualidade da música popular dos nossos dias. “The Only Living Boy In New York” é um acto de bom gosto." - Texto lido na passagem de  "The Only Living Boy In New Work".

Apreciemos então esta bela canção ou como dizia o texto "...um acto de bom gosto".




Simon and Garfunkel - The Only Living Boy In New Work

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Blood, Sweat and Tears - Lucretia Mac Evil/Lucretia's Reprise

As 15 melhores canções de 1970 segundo o programa de rádio "Em Órbita"

Os Blood, Sweat and Tears tiveram no ano de 1970 o seu ponto mais alto de popularidade, não mais o repetiram. Nesse ano ouvia-se um conjunto novo de canções que lhes deram uma notoriedade enorme, entre elas estava "Lucretia Mac Evil". Foi também um dos temas preferidos do programa "Em Órbita" que a considera a 12ª melhor canção do ano.




Era o seguinte a apreciação que o programa fazia deste tema:
"Blood, Sweat and Tears, um grupo onde a justeza de execução se sobrepõe às demais qualidades. “Lucretia Mac Evil” exemplo das suas melhores produções, enferma do defeito único de se fechar num esquema formal onde as hipóteses de progresso são quase nulas. O futuro dos Blood, Sweat and Tears fecha-se nos limites do previsível. 
"Lucretia Mac Evil”: uma gravação perfeita saída do trabalho de músicos de craveira excepcional."

Na realidade tinha a razão esta avaliação do "Em Órbita", de 1970 em diante em continuo decréscimo de interesse.
Agora, que bom recordar "Lucretia Mac Evil" seguido de "Lucretia's Reprise".




Blood, Sweat and Tears - Lucretia Mac Evil/Lucretia's Reprise

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

The Doors - Peace Frog

As 15 melhores canções de 1970 segundo o programa de rádio "Em Órbita"



Fora o êxito que tinha sido "Light My Fire" e que muito, por cá, se ouvia, as músicas dos The Doors não eram das que mais facilmente se pudessem ouvir na rádio. Felizmente havia programas como o "Em Órbita" que nos davam a conhecer o melhor que se fazia além fronteiras e entre o melhor estavam The Doors.




"Os Doors continuam a compor um dos mais polémicos agrupamentos de hoje.
Praticantes duma forma desencantada de música popular, amantes do desequilíbrio, da violência e da provocação, as suas criações assumem, desde os primeiros dias, as proporções dum interminável combate.
“Peace Frog” é o mais representativo trabalho dos Doors do ano findo."

Talvez esta apreciação que o "Em Órbita" fez a "Peace Frog" possa explicar o porquê da pouca divulgação que The Doors por cá tinham. Claro que a música dos The Doors pouco tinha de comercial, a atitude do grupo, e de Jim Morrison em particular, não era consentânea com os bons costumes e nos Estados Unidos foram perseguidos pela imprensa mais conservadora, pois eram considerados um grupo subversivo.

Acrescente-se a poesia de Jim Morrison tortuosa e provocadora. Em "Peace Frog" ouvia-se:

"There's blood in the streets, it's up to my ankles
Blood in the streets, it's up to my knee
Blood in the streets in the town of Chicago 
Blood on the rise, it's following me..."


"Peace Frog" era, para o programa "Em Órbita", a 13ª melhor canção do ano de 1970 .




The Doors - Peace Frog

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

John Denver - The Game Is Over

As 15 melhores canções de 1970 segundo o programa de rádio "Em Órbita"

John Denver, um nome que por aqui ainda não tinha passado.
John Denver (1943-1997), possuidor de uma voz muito bonita deixou um conjunto de canções completamente inesquecíveis e que fizeram parte de bons momentos da minha juventude, como por exemplo: "Annie's Song", "Sunshine On My Shoulders", "Rocky Mountain High" e este "The Game Is Over" que agora vamos recordar.



"The Game Is Over" estava entre as eleitas do programa "Em Órbita" que a classifica em 14º entre as melhores canções do ano de 1970. O texto lido referente a esta canção foi o seguinte:
"Sem dispôr de uma capacidade inovadora fora do comum, John Denver conquistou-se, no decurso de 1970, para o grupo dos que melhor defendem as intenções deste programa. 
“The Game Is Over” vem reafirmar a crença numa música popular despida de artifícios falaciosos, cortina de espesso fumo deitada sobre a incapacidade de motivar o que é belo."

"The Game Is Over" uma bela canção que apesar de tudo não ficou entre as mais conhecidas do autor.




John Denver - The Game Is Over

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Procol Harum - Nothing That I Didn’t Know

As 15 melhores canções de 1970 segundo o programa de rádio "Em Órbita"


Oportunidade agora para recordarmos o ano de 1970 através das listagens produzidas pelo programa de rádio "Em Órbita" já aqui tantas vezes referido. As 15 melhores canções, a pior canção e os 15 melhores álbuns de 1970 de acordo com o "Em Órbita" vão ocupar os próximos Regresso ao Passado.

Recordações que me dizem muito, pois é o ano que melhor me recordo das audições deste programa único no panorama radiofónico de então. Em concreto, no que diz respeito a e estas listagens, recordo-me muito bem de as ter escutado em dois dias consecutivos e de estar com o máximo de atenção de forma a poder anotar, num papel que entretanto naturalmente desapareceu, as respectivas classificações. Qual seria a melhor e qual seria a pior canção do ano? E o melhor álbum qual seria? Tentava adivinhar, e na realidade os primeiros lugares não foram difíceis de acertar para quem ouvia com assiduidade, como eu, o "Em Órbita".

Ora vamos para as 15 melhores canções de 1970!


O 15º lugar ia para os Procol Harum com "Nothing That I Didn't Know" que era, na altura ainda um dos meus grupos preferidos. Sem o brilhantismo de "A Salty Dog" os Procol Harum continuavam, apesar da saída de Matthew Fisher, a produzir grandes canções como esta "Nothing That I Didn't Know".
"Nothing That I Didn't Know" pertencia ao álbum "Home".




O texto lido pelo "Em Órbita" era o seguinte:
"Os Procol Harum perderam no ano transacto um dos mais fortes argumentos da sua personalidade aquando da saída de Matthew Fisher. 
A inclusão de “Nothing That I Didn’t Know” no número das melhores gravações de 1970 é contudo o reconhecer das inegáveis qualidades de um grupo intransigente que não tem cedido aos caprichos da moda. Uma gravação que denuncia o rigor de um conjunto de músicos que tem vindo a explorar até à exaustão um estilo muito próprio."

Eis "Nothing That I Didn't Know":




Procol Harum - Nothing That I Didn’t Know

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Fairport Convention - Eastern Rain

Fairport Cropredy's Convention 2017

Agora sim, terminamos esta passagem pelo festival Fairport Cropredy's Convention 2017 onde estive nos passados dias 11 e 12 de Agosto.
Para o fim ficou a referência à edição em Julho passado da caixa "Come All Ye: The First Ten Years", com 7 CD que percorrem o período de 1968 a 1977 dos Fairport Convention, adquiri-a no festival.

Não é logicamente a primeira recomendação para quem toma agora contacto com a música dos Fairport Convention, para esses a sugestão será começar pelos discos originais.  Para quem conhecer bem os 10 primeiros anos do grupo, então o aviso será, comprei de imediato esta caixa.

"Come All Ye: The First Ten Years" contem 121 faixas das quais 55 não tinham tido edição até à data. Não significa que sejam novas, não é disso que se trata, são sim versões que ainda não tinham conhecido a luz do dia. Contém também numerosas gravações ao vivo, na BBC, no LA Troubadour, l'Olympia Paris e Fairfill Hall em Londres. Inclui ainda o chamado "Manor album" de 1972, período conturbado da banda com somente Dave Swarbrick e Dave Pegg a manter a identidade do grupo (todos os restantes já tinham partido), que nunca chegou a ser editado. Um livro de 48 páginas com novas fotografias e um ensaio sobre o grupo assinado por Patrick Humphries e ainda um evitável poster com o design da capa da caixa completam esta colectânea para descobrir e saborear nos próximos tempos.




Tive o ensejo de que, durante o festival, esta colectânea fosse assinada por Richard Thompson, Ashley Hutchtings e Judy Dyble, todos da formação inicial dos Fairport Convention.



Assinatura de Judy Dyble

Assinatura de Ashley Hutchings

Assinatura de Richard Thompson

Surpresa quando, de entre as 55 gravações inéditas, se ouve a voz de Sandy Denny. Quando pensava que toda a sua obra estava já devidamente escalpelizada (veja-se a "Box Set" com 19 CD!) eis que encontramos faixas com o "previously unrealeased", onde Sandy Denny está presente.

Escolhi "Eastern Rain" uma canção de Joni Mitchell gravada pelos Fairport Convenion para o 2º LP "What We Did on Our Holidays" de 1969, aqui só na voz de Sandy Denny.




Fairport Convention - Eastern Rain

domingo, 17 de setembro de 2017

Fairport Convention - The Hexhamshire Lass

Fairport Cropredy's Convention 2017

Ainda mais duas passagens por Cropredy e pelos Fairport Convention.

O pub Brasenose Arms é um lugar central em Cropredy, paragem de autocarro, paragem para beber uma "pint", passagem para o recinto onde se realizou o festival, a envolvente ao pub estava sempre muito ocupada.
Entre as várias fotografias que aí tirei, uma em particular, a primeira quando chegámos a Cropredy, onde está a minha esposa, chamou-me a atenção ao rever os discos dos Fairport Convention.



A fotografia tinha sido tirada quase do mesmo sítio da fotografia que fazia a contra-capa do LP "Nine" de 1973 dos Fairport Convention, veja-se.

Da esquerda para direita: Dave Pegg, Dave Swaarbrick, Dave Mattacks, Jerry Donahue e Trevor Lucas

Também fez parte da "setlist" a primeira faixa deste disco, "The Hexhamshire Lass", mais um tradicional com arranjos do grupo que aproveitamos para lembrar.




Fairport Convention - The Hexhamshire Lass

sábado, 16 de setembro de 2017

Fairport Convention - Matty Groves

Fairport Cropredy's Convention 2017

E chegamos à recta final do concerto de 3 horas que no festival Fairport Cropredy's Convention comemorou os 50 anos da formação do grupo inglês de Folk-Rock Fairport Convention.

Depois de "Who Knows Where the Time Goes?" um grande salto para o mais recente "50:50@50" para um tema de Chris Leslie e por ele cantada de nome "Our Bus Rolls On" a prever assim a continuidade do grupo.

Com  Richard Thompson novamente em palco ainda "Dirty Linen" de novo "Full House" de 1970 e para terminar (antes da retirada e do regresso para todos juntos cantarem "Meet on the Ledge") "Matty Groves", uma das canções mais representativas do grupo, trata-se de um tradicional do álbum histórico "Liege & Lief" de 1969. É esta a canção que segue para audição.

No final mesmo, todos os presentes que passaram pelos Fairport Convention mais convidados e amigos, sobem ao palco para terminar com o já referido "Meet on the Ledge" que tive oportunidade de gravar.




No final mesmo com todos a abandonar o palco Richard Thompson ainda agarrado à guitarra.





Fairport Convention - Matty Groves

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Fairport Convention - Who Knows Where the Time Goes?

Fairport Cropredy's Convention 2017


Agora um salto a 1995 para tocarem "A Surfeit of Lampreys" do LP "Jewel in the Crown", outro salto a 1985 para "The Hiring Fair" do LP "Gladys' Leap", depois  a 1973 para "The Hexhamshire Lass" do LP "Nine", para voltar a 1995 ao tema título de "Jewel in the Crown".

Finalmente "Who Knows Where the Time Goes?", o original de Sandy Denny, canção sublime, expressão máxima da música popular, escrita em 1967 quando ela tinha somente 20 anos.



"Who Knows Where the Time Goes?" é uma canção muito difícil de ser cantada por uma voz masculina. Talvez só Richard Thompson o consiga fazer de forma muito especial. Isto para dizer que o início interpretado por Simon Nicol não fez jus ao original, salvou-a, prevista ou não, a entrada em palco de Chris While para remediar a situação, mesmo assim longe do original. Ora veja-se.





"Who Knows Where The Time Goes" a canção mais bela que me foi dado ouvir, a canção da minha vida.




Fairport Convention - Who Knows Where the Time Goes?

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Fairport Convention - White Dress

Fairport Cropredy's Convention 2017

A presença de Sandy Denny nos Fairport Convention foi feita com duas passagem pelo grupo, 1968-1969 e 1974-1975, e foi talvez a figura mais marcante na história do grupo. Primeiro pela extraordinária voz que Sandy Denny possuía e que tão bem se enquadrava na sonoridade praticada, depois pela qualidade de composições que criava e que ficaram para sempre no melhor reportório dos Fairport Convention.

Depois da passagem centrada no ano de 1970, oportunidade de voltar ao ano anterior e recordar "Fotheringay" canção aqui interpretada por Simon Nicol fazendo o elogio das capacidades manifestadas por Sandy Denny neste tema. Foram múltiplas as referências a Sandy Denny.




De seguida são apresentados PJ Wright e Sally Barker, aos quais se junta ainda Maartin Allcock (Fairport Convention entre 1985 e 1996), para então recordarmos primeiro "The Ballad of Ned Kelly" (bela canção de Trevor Lucas nos Fotheringay de 1970) e "Talk About Money" da própria Sally Barker. Tempo para voltar aos Fairport Convention, neste caso a 1975 com o tema de Sandy Denny "Rising for the Moon".




Segue-se mais um convidado, um amigo de longa data, Ralph McTell, infelizmente, pareceu-nos, já sem a voz de outros tempos, para cantar "White Dress" um tema de Dave Swarbrick para o álbum "Rising for the Moon" cantado no original por Sandy Denny.





Com Sandy Denny "White Dress" é, sem dúvida, mais um momento único dos Fairport Convention.




Fairport Convention - White Dress

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Fairport Convention - Walk Awhile

Fairport Cropredy's Convention 2017

Ainda com Richard Thompson em palco e centrado no ano de 1970 seguiram-se "Walk Awhile", "Poor Will and the Jolly Hangman", "Sloth", "Now Be Thankful" e "Sir Patrick Spens", o esplendor do Folk inglês, simplesmente magnífico. 1970, o ano em que a parceria Richard Thompson/Dave Swarbrick resultou na perfeição originando o imprescindível "Full House".


Simon Nicol

Richard Thompson

Sandy Denny já tinha partido, mas o génio de Richard Thompson ficaria nos Fairport Convention para mais um histórico álbum do Folk-Rock.
Os momentos em palco, em particular de Richard Thompson, neste conjunto de temas foram empolgantes e um público bem conhecedor da obra a aderir em grande.

"Walk Awhile", para retornar aos momentos mágicos do concerto e aos momentos de adolescência de quando descobri este disco.




Fairport Convention - Walk Awhile

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Fairport Convention - The Deserter

Fairport Cropredy's Convention 2017

Ainda no início da carreira dos Fairport Convention, pese Joe Boyd os desencorajar a gravar em favor de utilizarem material próprio com uma sonoridade mais inglesa, as versões de temas norte-americanos tinham um peso significativo.
Em 1987 não resistiu e colaborou na compilação dos temas gravados ao vivo para a radio BBC, no disco que tomou o nome de "Heyday", feito sobretudo de grandes canções de Bob Dylan, Joni Mitchell, Leonard Cohen a Richard Fariña, Johnny Cash e Everly Brothers. Entre eles constava a canção "Suzanne" de Leonard Cohen que os Fairport Convention retomaram este ano no festival do 50º aniversário do grupo.
Da gravação original estiveram Richard Thompson, Ashley Hutchings, Ian Matthews e Simon Nicol, no lugar dos já falecidos Martin Lamble e Sandy Denny estiveram o também histórico Dave Mattacks e a cantora Chris While colaboradora do grupo já há alguns anos. É esse momento que o vídeo seguinte reproduz.






Da esquerda para a direita: Simon Nicol, Richard Thompson, Chris While, Dave Mattacks, Ian Matthews

Seguiram-se temas memoráveis como: "Farewell, Farewell", "Crazy Man Michael", "Come All Ye" e "The Deserter", "The Lark in the Morning Medley" e "Tam Lin" tudo temas desse disco único que marcou o Folk-Rock de nome "Liege & Lief".

No festival o tradicional "The Deserter" foi cantado por Chris While, aqui o original com os arranjos dos Fairport Convention e a voz inconfundível de Sandy Denny.




Fairport Convention - The Deserter

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Fairport Convention - I Don't Know Where I Stand

Fairport Cropredy's Convention 2017

Logo após os 2 temas iniciais ontem referidos, os Fairport Convention vão recuar ao seu início e para isso entram no palco Richard Thompson, Ian Matthews, Dave Mattacks, Judy Dyble e Ashley Hutchings.


Da esquerda para a direita: Judy Dyble, Ian Matthews e Ashley Hutchings


Da esquerda para a direita: Richard Thompson, Judy Dyble e Ian Matthews


E para nosso deleite o início de quase 3 horas das melhores recordações que temos deste grupo.
E no início, como sabemos, os Fairport Convention interpretaram muitas canções vindas do Folk norte-americano, foi-nos então dado ouvir "Time Will Show the Wiser" dos The Merry-Go-Round, "I Don't Know Where I Stand" de Joni Mitchell, "Reno Nevada" de Richard Fariña e "Suzanne" de Leonard Cohen. Para "Suzanne" subiu ao palco um dos convidados do grupo, a amiga Chris While que mostrou estar à altura para interpretar canções que nos lembramos na voz insubstituível de Sandy Denny.



Do 1º álbum aqui com a capa assinada por Richard Thompson, Judy Dyble e Ashley Hutchings recordamos "I Don't Know Where I Stand".




Fairport Convention - I Don't Know Where I Stand